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Se você está fazendo dieta, talvez seja a hora de colocar mais pimenta nas suas refeições. Isso porque, o alimento, pouco consumido pela maioria, funciona como um termogênico, aumentando a temperatura corporal e auxiliando no gasto calórico. “Os alimentos termogênicos são aqueles que têm a capacidade aumentar o gasto energético do seu organismo durante o processo digestivo e metabólico”, explica Luciana Harfenist, nutricionista da Funcionali Nutrição Funcional Personalizada.
Segundo Luciana, a termogênese é um processo regulado pelo sistema nervoso e algumas interferências neste sistema podem ajudar no emagrecimento e também no controle da obesidade. Na prática isso significa que aliar uma dieta saudável e rica em exercícios com o consumo da pimenta potencializa o gasto calórico, acelerando aqueles resultados tão esperados.

No entanto, não adianta pensar que apenas incluir a pimenta no cardápio irá mudar muita coisa. Ou seja, ela deve funcionar como um complemento, nunca como agente principal. “De acordo com algumas pesquisas, além de aumentar a temperatura do corpo, o consumo de pimenta também liberaria catecolaminas, que diminuiriam o apetite, auxiliando na perda de peso”, conta a nutricionista Karine Nunes Costa Durães.
O gosto ardido do alimento é gerado pela capsaicina, que além de servir como termogênico possui outras funções benéficas para o organismo. “Estudos conseguiram comprovar que a capsaicina possui também propriedades antioxidantes, moduladora da inflamação, anticarcinogênicas e antimutagênicas”, explica Luciana. Além disso, o alimento também é fonte de vitamina C, ácido fólico, licopeno e outras diversas substâncias.
Mas diferente de outros termogênicos, como canela e chá verde é preciso moderação na ingestão de pimenta, isso porque, alguns de seus ingredientes podem causar irritação estomacal e agravar outras doenças. “Pessoas que possuem patologias como úlcera, gastrite, hemorroida ou algum desconforto gástrico relacionado ao consumo da pimenta devem evitá-la”, diz Karine.
Caso você não tenha costume de consumir o alimento em suas refeições, a dica é começar aos poucos, ou seja, antes de se entregar de vez aos benefícios da pimenta, é preciso saber qual a sua tolerância para o alimento. Uma dica da nutricionista Luciana é ir aumentando a quantidade aos poucos, para então conhecer o seu limite de tolerância.
De acordo com Karine, ainda não existe uma quantidade determinada de ingestão para que o alimento faça algum efeito positivo no organismo. Mas pesquisas realizadas neste sentido mostram que 3 gramas diáriasjá ajudam a turbinar os efeitos da dieta.
Para evitar o gosto ardido na boca, que desagrada muita gente, as duas nutricionistas sugeriram opções distintas. “Uma alternativa é solicitar ao nutricionista uma suplementação com a substância, para que a mulher não sinta o ardor”, explica Karine. Já existe no Brasil cápsulas de termogênicos em pó, que podem fazer esta função, mas é importante consultar com um profissional para saber sobre os efeitos do remédio. A nutricionista Luciana sugere misturar a pimenta em molhos e temperos.
Receitas:
Para te ajudar nesta missão, seguem duas receitas elaboradas pela nutricionista Luciana
Tempero base para marinadas de carne e frango
- 1kg de cebolas
- 1 xícara de azeite
- 1 xícara de vinagre
- 4 colheres (sopa) de sal
- 1 colher (sopa) de pimenta
- 1 colher de cúrcuma
Modo de preparo:
Liquidificar tudo e guardar em um vidro na geladeira. Serve para todo tipo de prato salgado. Usar uma base de oito colheres (sopa) por quilo de carne.
Azeite com Pimentas (tempero para saladas ou para uso em diversas receitas)
Esse azeite fica muito saboroso e picante, podendo ser usado com carnes de aves ou carnes vermelhas.
- 300 ml de azeite de oliva
- 200 ml de óleo de girassol
- 4 pimentas malaguetas
Modo de preparo:
Lave as pimentas e seque-as, cuidadosamente, sem retirar os pedúnculos. Coloque os óleos e as pimentas em uma garrafa esterilizada e completamente seca, deixe por alguns dias antes de usar.
(validade aproximada de 1 mês)
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Segundo Luciana, a termogênese é um processo regulado pelo sistema nervoso e algumas interferências neste sistema podem ajudar no emagrecimento e também no controle da obesidade. Na prática isso significa que aliar uma dieta saudável e rica em exercícios com o consumo da pimenta potencializa o gasto calórico, acelerando aqueles resultados tão esperados.
No entanto, não adianta pensar que apenas incluir a pimenta no cardápio irá mudar muita coisa. Ou seja, ela deve funcionar como um complemento, nunca como agente principal. “De acordo com algumas pesquisas, além de aumentar a temperatura do corpo, o consumo de pimenta também liberaria catecolaminas, que diminuiriam o apetite, auxiliando na perda de peso”, conta a nutricionista Karine Nunes Costa Durães.
O gosto ardido do alimento é gerado pela capsaicina, que além de servir como termogênico possui outras funções benéficas para o organismo. “Estudos conseguiram comprovar que a capsaicina possui também propriedades antioxidantes, moduladora da inflamação, anticarcinogênicas e antimutagênicas”, explica Luciana. Além disso, o alimento também é fonte de vitamina C, ácido fólico, licopeno e outras diversas substâncias.
Mas diferente de outros termogênicos, como canela e chá verde é preciso moderação na ingestão de pimenta, isso porque, alguns de seus ingredientes podem causar irritação estomacal e agravar outras doenças. “Pessoas que possuem patologias como úlcera, gastrite, hemorroida ou algum desconforto gástrico relacionado ao consumo da pimenta devem evitá-la”, diz Karine.
Caso você não tenha costume de consumir o alimento em suas refeições, a dica é começar aos poucos, ou seja, antes de se entregar de vez aos benefícios da pimenta, é preciso saber qual a sua tolerância para o alimento. Uma dica da nutricionista Luciana é ir aumentando a quantidade aos poucos, para então conhecer o seu limite de tolerância.
De acordo com Karine, ainda não existe uma quantidade determinada de ingestão para que o alimento faça algum efeito positivo no organismo. Mas pesquisas realizadas neste sentido mostram que 3 gramas diáriasjá ajudam a turbinar os efeitos da dieta.
Para evitar o gosto ardido na boca, que desagrada muita gente, as duas nutricionistas sugeriram opções distintas. “Uma alternativa é solicitar ao nutricionista uma suplementação com a substância, para que a mulher não sinta o ardor”, explica Karine. Já existe no Brasil cápsulas de termogênicos em pó, que podem fazer esta função, mas é importante consultar com um profissional para saber sobre os efeitos do remédio. A nutricionista Luciana sugere misturar a pimenta em molhos e temperos.
Receitas:
Para te ajudar nesta missão, seguem duas receitas elaboradas pela nutricionista Luciana
Tempero base para marinadas de carne e frango
- 1kg de cebolas
- 1 xícara de azeite
- 1 xícara de vinagre
- 4 colheres (sopa) de sal
- 1 colher (sopa) de pimenta
- 1 colher de cúrcuma
Modo de preparo:
Liquidificar tudo e guardar em um vidro na geladeira. Serve para todo tipo de prato salgado. Usar uma base de oito colheres (sopa) por quilo de carne.
Azeite com Pimentas (tempero para saladas ou para uso em diversas receitas)
Esse azeite fica muito saboroso e picante, podendo ser usado com carnes de aves ou carnes vermelhas.
- 300 ml de azeite de oliva
- 200 ml de óleo de girassol
- 4 pimentas malaguetas
Modo de preparo:
Lave as pimentas e seque-as, cuidadosamente, sem retirar os pedúnculos. Coloque os óleos e as pimentas em uma garrafa esterilizada e completamente seca, deixe por alguns dias antes de usar.
(validade aproximada de 1 mês)
Fonte: Yahoo! Mulher
"Mude algumas formas de lidar com as situações estressantes do dia a dia."

Organize a sua rotina
Com organização, é possível se programar melhor para dar conta de todas as tarefas. "O planejamento ajuda a evitar aflições ou crises de desespero por não conseguir cumprir os prazos ou por esquecer alguma atividade em meio à falta de prioridades", afirma a psicóloga Marina Vasconcellos. "Tudo isso traz uma rotina mais tranquila e, como consequencia, o bom humor."

Não fuja de situações frustrantes
Fingir que não existe sofrimento pode até deixar seu bom humor intacto por um tempo. Mas os momentos frustrantes não deixam de existir simplesmente porque você fugiu deles. Use essas situações para amadurecer e encarar os desafios com mais facilidade. "As frustrações são oportunidades para o crescimento pessoal, mas cabe a cada um tomar o cuidado de não desperdiçar essas chances", afirma a psicóloga Márcia Cavalieri, de Ribeirão Preto.

Permita-se errar
Não é pra viver pessimista, mas para considerar que há sempre ao menos duas possibilidades, e uma delas pode ser diferente da sua expectativa. Com esse preparo emocional, as chances de você ficar de mau humor com o pior resultado diminuem. "É preciso sonhar e desejar, mas sem deixar de lado as reais possibilidades. Assim a frustração deixa de ser um peso tão grande", afirma Márcia.

Comemore cada pequena conquista
Quem imagina a felicidade como uma sequencia permanente de grandes emoções pode viver frustrado buscando isso a vida inteira. "Os momentos simples precisam ser mais valorizados, assim, naturalmente, você passa a cultivar mais o sorriso, o bom humor. Fica mais fácil reconhecer o que trás felicidade em vez viver em busca dela", afirma a psicóloga Marina.

Aprenda com os erros
Depois que o erro já foi cometido, o mau humor não ajuda em nada. A psicóloga Marina Vasconcellos propõe que você deixe de considerar o erro como o fim de tudo, algo que desanima e leva à desistência frente a um objetivo. "Em vez de se irritar, pense como reagir em uma próxima ocasião, quando algo sair do programado ou esperado", afirma a profissional.

Esvazie a cabeça
O excesso de pensamento negativo não dá espaço para o bom humor. Procure se esforçar para pensar no problema por um determinado período, concentrando as suas energias para resolvê-lo. Mas depois mude o foco e pense em outras coisas, sua saúde mental vai agradecer. "Não há contribuição maior para o bom humor do que a capacidade de resolver os próprios problemas em vez de permanecer se lamentando deles", diz Márcia.

Dê risada!
Quando damos gargalhadas, os níveis de cortisol e adrenalina - hormônios do estresse - baixam. Além disso, o cérebro passa a produzir endorfina, hormônio que deixa o corpo mais relaxado. Mas a risada precisa ser sincera, por isso, procure situações prazerosas que permitam você passar mais tempo descontraído.
Fonte: Yahoo! Beleza e Saúde
Chá de boldo, de menta, hortelã, camomila, erva-doce, etc. Quem nunca tomou um deles depois de exagerar no almoço ou comer aquela feijoada que não caiu bem? Por ser feito basicamente de água e ervas, o chá hidrata e causa uma sensação de bem-estar. "As infusões (quando se coloca folhas, flores ou frutas em água quente) ajudam na digestão, aceleram o metabolismo, combatem o inchaço e até cortam o apetite quando ele perde o limite", afirma o consultor farmacêutico Kali Rafael Nardino, da Divine Shen.
Erva-doce, carqueja, espinheira-santa, chapéu-de-couro, jurubeba, abacateiro, cavalinha e bugre cortam a fome fora de hora, segundo Nardino. "Mas precisamos levar em conta a qualidade da matéria-prima, que é determinada principalmente pela forma de cultivo, procedência, processamento e armazenagem", diz o farmacêutico, que também recomenda o consumo de chá branco.
"Ele ajuda a desinchar, desintoxicar e acelerar o metabolismo, facilitando a queima de gordura. A vantagem é que faz tudo isso de maneira mais intensa e com sabor bem suave", afirma. Já a nutricionista funcional Daniela Jobst, recomenda o chá verde como um ótimo digestivo, já que ativa a produção de ácidos estomacais.
Na lista das plantas conhecidas como digestivas estão hortelã, menta, hibisco, psilium, cáscara-sagrada, zedoária e fucus. Essas infusões são ótimas de serem consumidas depois das refeições. Um velho conhecido do sistema digestivo é o boldo, também chamado popularmente como boldo-do-chile.
Suas folhas são usadas na medicina popular para tratamento de problemas digestivos e hepáticos. "Mesmo sendo muito comum entre a população, alguns estudos toxicológicos sugerem que o chá de boldo deve ser consumido com moderação e cuidado, além de ser proibido na gravidez porque ameaça a saúde do bebê", diz o farmacêutico.
Segundo a nutricionista da equipe médica do Dieta e Saúde, Erica Lopes, uma xícara de chá quente depois das refeições ajuda a fazer digestão. "Escolha o chá de sua preferência, independente do sabor, já que é a quentura do mesmo que favorece a boa digestão. Além disso, dissolve gorduras e diminui a formação de gases", garante.
Riscos para saúde
De acordo com levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% da população utilizam chás ou remédios naturais, fazendo uso da medicina popular para tratar doenças. O grande problema, no entanto, é o uso em excesso que, segundo especialistas, é difícil mensurar.
Sendo assim, para evitar riscos, uma dica é não substituir a ingestão de água ou outros líquidos pelos chás exclusivamente. Indica-se, ainda, variar as ervas utilizadas e evitar infusões muito concentradas. Gestantes devem consultar o médico antes de consumir chás, já que algumas plantas podem ser abortivas.
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Erva-doce, carqueja, espinheira-santa, chapéu-de-couro, jurubeba, abacateiro, cavalinha e bugre cortam a fome fora de hora, segundo Nardino. "Mas precisamos levar em conta a qualidade da matéria-prima, que é determinada principalmente pela forma de cultivo, procedência, processamento e armazenagem", diz o farmacêutico, que também recomenda o consumo de chá branco.
"Ele ajuda a desinchar, desintoxicar e acelerar o metabolismo, facilitando a queima de gordura. A vantagem é que faz tudo isso de maneira mais intensa e com sabor bem suave", afirma. Já a nutricionista funcional Daniela Jobst, recomenda o chá verde como um ótimo digestivo, já que ativa a produção de ácidos estomacais.
Na lista das plantas conhecidas como digestivas estão hortelã, menta, hibisco, psilium, cáscara-sagrada, zedoária e fucus. Essas infusões são ótimas de serem consumidas depois das refeições. Um velho conhecido do sistema digestivo é o boldo, também chamado popularmente como boldo-do-chile.
Suas folhas são usadas na medicina popular para tratamento de problemas digestivos e hepáticos. "Mesmo sendo muito comum entre a população, alguns estudos toxicológicos sugerem que o chá de boldo deve ser consumido com moderação e cuidado, além de ser proibido na gravidez porque ameaça a saúde do bebê", diz o farmacêutico.
Segundo a nutricionista da equipe médica do Dieta e Saúde, Erica Lopes, uma xícara de chá quente depois das refeições ajuda a fazer digestão. "Escolha o chá de sua preferência, independente do sabor, já que é a quentura do mesmo que favorece a boa digestão. Além disso, dissolve gorduras e diminui a formação de gases", garante.
Riscos para saúde
De acordo com levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% da população utilizam chás ou remédios naturais, fazendo uso da medicina popular para tratar doenças. O grande problema, no entanto, é o uso em excesso que, segundo especialistas, é difícil mensurar.
Sendo assim, para evitar riscos, uma dica é não substituir a ingestão de água ou outros líquidos pelos chás exclusivamente. Indica-se, ainda, variar as ervas utilizadas e evitar infusões muito concentradas. Gestantes devem consultar o médico antes de consumir chás, já que algumas plantas podem ser abortivas.
Fonte: Yahoo! Beleza e Saúde
Madeline, logo depois de nascer, com 280 gramas. (Foto: AP)
Madeline Mann, 22, e Rumaisa Rahmam, 7, duas norte-americanas com 15 anos de diferença entre elas, vivem com saúde após vencer uma longa batalha. Elas nasceram com menos de 300 gramas, peso equivalente a um aparelho iPhone. A vida delas foi publicada nesta segunda-feira (12) na revista médica “Pediatrics”, da Academia Americana de Pediatria.
A norte-americana Madeline, aos 22 anos. (Foto: AP)
A mais velha nasceu com 280 gramas e passou 122 dias na unidade de terapia intensiva neo-natal. Atualmente, ela estuda no Augustana College, em Rock Island. Rumaisa, nascida em 2004 com 260 gramas (o menor bebê a sobreviver no mundo), cursa a primeira série do ensino fundamental. O parto de Rumaisa também deu à luz Hiba, com 450 gramas. Mesmo saudáveis, com desenvolvimento motor e fala normais, elas ainda são pequenas para a idade que chegaram.
Tanto a mãe de Madeline quanto a mãe de Rumaisa tiveram pré-eclâmpsia (gravidez com alta pressão arterial). Na gestação, a placenta de ambas recebeu pouco sangue, o que dificultou o desenvolvimento dos fetos. Para ajudar na formação dos pulmões e dos cérebros das crianças, as mães tomaram esteroides antes dos partos.
De acordo com o principal autor do artigo, Jonathan Muraskas, o caso das duas norte-americanas é raro e a maior parte dos bebês nascidos com o peso delas não sobrevive ou apresenta sérios problemas durante o crescimento. Nos Estados Unidos, 85 bebês com uma faixa de peso tão baixa sobreviveram.
O pesquisador afirma que três fatores devem ser levados em consideração nesses casos: a idade gestacional, tratamento a base de esteroides e o sexo do feto (mulheres têm mais chances de sobreviver).
Fonte: Yahoo! Notícias
Achei super legal essa idéia, e resolvi compartilhar com vocês :)
É uma propaganda pra divulgar o Sydney International Food Festival nesse ano.















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É uma propaganda pra divulgar o Sydney International Food Festival nesse ano.
Que que vcs acharam?
O "6-in-1 Multi Opener" é daqueles acessórios que a gente não precisa de verdade, mas basta ver para ficar com vontade de ter um. Como o nome diz, trata-se de um abridor (com pinta de alicate) que abre pelo menos seis tipos de tampas/embalagens. Feito em plástico, borracha e aço inox, o danado abre de garrafas de suco até pacotes de salgadinho. E se o problema for pensar: "Ah, que frescura, eu não preciso de uma coisa dessas!", o preço pode ajudar: apenas 9,95 dólares. Como diz aquele slogan publicitário, precisar, não precisa, mas...

Fonte: Bem Legaus!
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Fonte: Bem Legaus!
Uma melancia, um estilete bem afiadinho, mãos firmes, muito talento, muita criatividade. Sabe o que pode resultar disto?! Uma verdadeira obra de arte. Vale à pena ver em "time-lapse" a transformação da gorduchinha em uma delicada escultura. A música não poderia outra, pois a paciência para um trabalho destes também precisa ser oriental!
Fonte: Bem Legaus!
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Fonte: Bem Legaus!